Para 51% dos brasileiros pesquisados pela CNI, o tempo gasto nos deslocamentos interfere, em algum grau, na própria produtividade. O número ajuda a colocar em perspectiva uma questão que normalmente fica do lado de fora das discussões sobre experiência do colaborador: o que acontece antes de ele chegar ao trabalho?
Congestionamentos, longas esperas, conexões difíceis e trajetos imprevisíveis fazem parte da rotina de milhões de profissionais. Isso não significa que todo deslocamento longo necessariamente resulte em menor produtividade. Significa que a forma como as pessoas chegam ao trabalho é um fator que as empresas não deveriam ignorar.
Como resume Rui Stoffel, CEO e cofundador da BUSUP, “o trabalho começa quando o colaborador sai de casa.”
Uma empresa não consegue controlar o trânsito da cidade, mas pode repensar a forma como seus colaboradores chegam até ela.
Esse desafio é especialmente relevante para organizações com grandes equipes presenciais, diferentes turnos ou unidades localizadas em regiões com pouca oferta de transporte público. Nesses cenários, distância, horários e distribuição geográfica dos colaboradores podem dificultar o acesso ao trabalho.
O resultado pode aparecer em diferentes pontos da operação: atrasos, dificuldade de acesso a determinadas unidades, baixa adesão ao transporte disponível ou até dificuldade para atrair profissionais que vivem em regiões mais distantes.
Por isso, entender a mobilidade dos colaboradores também significa entender uma parte da própria operação.
É nesse contexto que entra a mobilidade corporativa.
A proposta não é simplesmente disponibilizar um ônibus para os colaboradores. É criar uma estrutura de transporte que faça sentido para a realidade de cada empresa.
A BUSUP combina tecnologia, dados e gestão para estruturar essa operação. A plataforma permite identificar padrões de deslocamento, planejar rotas, organizar pontos de embarque, acompanhar a utilização dos veículos e realizar ajustes conforme a operação evolui.
Dessa forma, a empresa consegue sair de uma lógica baseada em estimativas e ter mais clareza sobre como seu transporte está funcionando.
A rotina de uma empresa muda. Novos colaboradores entram, equipes são reorganizadas, turnos podem ser alterados e a demanda por transporte pode variar ao longo do tempo.
Por isso, uma solução de mobilidade precisa acompanhar essas mudanças.
Com a BUSUP, a empresa pode visualizar a utilização do serviço e identificar onde existem oportunidades de ajuste. Isso pode significar revisar uma rota, adaptar a capacidade de um veículo ou repensar determinados pontos de embarque.
O objetivo é fazer com que o transporte esteja conectado às necessidades reais da operação, evitando uma estrutura engessada que não acompanha a dinâmica da empresa.
Quando o transporte é bem estruturado, o impacto não fica restrito ao trajeto entre casa e trabalho.
Para o colaborador, significa contar com uma alternativa de deslocamento organizada e mais alinhada à sua rotina. Para a empresa, significa ter mais visibilidade sobre uma operação que envolve pessoas, recursos e diferentes necessidades diariamente.
É essa conexão que está no centro da atuação da BUSUP: transformar a mobilidade dos colaboradores em uma operação que pode ser planejada, acompanhada e aprimorada.
Os 51% apontados pela CNI ajudam a mostrar que o deslocamento merece atenção. Mas a questão para as empresas vai além do dado: como transformar essa parte da jornada em uma experiência mais organizada para quem se desloca e em uma operação mais eficiente para quem gerencia?
É aí que a mobilidade corporativa deixa de ser apenas uma questão de transporte e passa a fazer parte da estratégia da empresa.
Porque, se o trabalho começa quando o colaborador sai de casa, esse caminho também merece ser planejado.