Gestão da inovação: crie processos e produtos de maneira planejada

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Cerca de 83% das empresas brasileiras acreditam que a inovação é a solução para crescer na pandemia

Com consumidores e clientes cada vez mais exigentes, as empresas que não inovam acabam perdendo espaço para a concorrência. No Brasil, esta ainda é uma realidade distante: o país ocupa a 62ª posição mundial no Índice Global de Inovação. Segundo a Fecomércio-SP, a baixa taxa de inovação, especialmente nos setores de comércio e serviços, tem impactos negativos na produtividade: um trabalhador norte-americano produz quatro vezes mais que um brasileiro. 

A taxa de inovação indica a parcela de empresas que implementaram algum tipo de inovação em produtos ou processos em determinado período de tempo. Segundo os dados da última Pesquisa de Inovação (Pintec) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apenas um terço das empresas brasileiras são inovadoras.

Para melhorar esse cenário, a cultura das empresas precisa mudar e a gestão da inovação precisa fazer parte das atividades das organizações. Quer conferir algumas dicas para incentivar sua equipe a inovar de forma planejada? Basta continuar lendo este artigo.

 
Gestão da inovação pode ser a chave do crescimento para empresas durante a pandemia.

O que é a gestão da inovação e quais as consequências de não adotá-la?

O ritmo das mudanças está cada vez mais acelerado. Dados do grupo Gartner divulgados pela revista CIO indicam que a hiperautomação já é uma realidade próxima. A pesquisa mostra que, até 2025, 20% de todos os produtos do mundo serão tocados por mãos humanas pela primeira vez quando chegarem ao cliente. Neste cenário, torna-se fundamental inovar de forma permanente, sob o risco de perder espaço no mercado.

A gestão da inovação é um processo estruturado que ajuda as empresas a incentivarem o surgimento de novas ideias por meio de etapas sistematizadas. Em geral, essa metodologia abrange entradas de projetos, processamento e geração de resultados. Ao estabelecer um método de trabalho que estimule o desenvolvimento de soluções inovadoras, fica mais fácil concretizar as ideias dos colaboradores.

 

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O principal objetivo é implementar um ambiente que favoreça a inovação sistemática. Desta forma, a organização estará sempre preparada para sair à frente, encantando os clientes e explorando oportunidades de mercado que ainda não foram vistas pela concorrência.

Como implementar a gestão da inovação?

Novas ideias não dependem apenas da criatividade de pessoas com talentos excepcionais. É possível incentivar seu surgimento. Segundo a consultoria Great Place to Work, em 2020 as 150 melhores empresas para trabalhar no Brasil ganharam, em média, R$ 207 milhões com sugestões trazidas pelos colaboradores. 

De acordo com o Instituto FSB Pesquisa, cerca de 83% das empresas brasileiras acreditam que a inovação é fundamental para crescer e sobreviver no mundo pós-pandemia. Para executar um programa de gestão da inovação em sua empresa, vale a pena criar rotinas e dividir o processo em etapas.

Planejamento

Para começar, a empresa pode mapear e implementar as etapas e recursos necessários para sistematizar a gestão da inovação, identificando, por exemplo:

  • Rotinas das equipes que favoreçam a troca de ideias, expandindo-as para as demais áreas da empresa.
  • Profissionais envolvidos na criação de produtos e no acompanhamento de processos, para avaliar eventuais necessidades de capacitação.
  • Recursos materiais e tecnológicos necessários, como a implementação de sistemas para coleta de sugestões de melhoria.
  • Estrutura decisória que permita a geração de resultados.

Implementação

Em seguida, é a hora de colocar em prática as rotinas que irão estimular o encaminhamento de sugestões. Isso vale para processos, produtos e até para a busca de mercados ainda não explorados. Para incentivar o surgimento de novas ideias, devem ser considerados dois momentos:

  1. Entrada de projetos: é o momento do “brainstorming”, em que todas as sugestões devem ser consideradas. Algumas empresas adotam o método de inovação aberta, em que contam com parceiros externos, inclusive startups, para trazer novas ideias.
  2. Processamento: é quando se desenvolve a ideia. Aí entra a gestão da inovação, avaliando processos e operações que serão impactadas por novas formas de realizar tarefas ou mesmo pela criação de novos produtos.

 

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Resultados

A etapa final é a da geração de resultados, que acontece com a entrega da solução desenvolvida nas etapas anteriores. Vale lembrar que é importante adotar processos de monitoramento e mensuração constantes. Isso permitirá entender os resultados efetivamente alcançados

Adote a gestão da inovação para crescer sempre

Empresas que investem em inovação conseguem otimizar gastos e melhorar indicadores, além de se tornarem mais competitivas, oferecendo melhores produtos e serviços e atraindo mais clientes. Assim, novas ideias que tragam geração de valor para sua empresa podem e devem ser incentivadas. Isso pode ser feito por meio da identificação dos processos adotados pelas equipes mais criativas de sua organização, ampliando-os para as demais áreas. 

Um bom programa de gestão de inovação, portanto, deve ser dividido em etapas que incluam o brainstorming, o desenvolvimento e planejamento e a mensuração dos resultados. Investir em sistemas de coleta de ideias pode render resultados palpáveis para a empresa, especialmente quando acompanhados de avaliações constantes e supervisão da alta liderança. 

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